Eussocial define aqueles animais que apresentam sociedades mais complexas. Típicas manifestações são as revoadas de seres alados que depois pousam em vossas estantes, batentes e portas sempre procriando, comendo tudo o que encontra a sua frente!
O que falar sobre os cupins?

Um perigo para casas que ainda tenham algo de madeira, nos pastos são as marcas de que ali ninguém deixa uma grande árvore crescer. Mas mesmo assim eles persistem, trabalham como consumidores primários, na ciclagem e distribuição dos nutrientes alocados nas plantas mortas e seus túneis e como superdecompositores, auxiliando no balanço Carbono-Nitrogênio do mundo!
Enfim, isso eu aprendi agora a pouco e to copiando destes textos que podem ser baixados aqui. Foram enviados pelo amigo Renato Barbosa, Mestre em Biologia Animal da UnB. Como referência também nos enviou o link do site do Professor Reginaldo Constantino: http://vsites.unb.br/ib/zoo/docente/constant/
O cupim é realmente simbólico, figura presente em qualquer palestra básica sobre netweaving graças ao swarming (enxameamento). É galera, sabe aquela multidão, o ajuntamento de pessoas? Agora depois de lermos mais sobre os cupins vamos poder fazer quadros comparativos inúteis com as multidões humanas. Inúteis sim pois vai ser fácil cair em reducionismos, ainda estamos no começo de entender alguma coisa.
É claro que antes de escrever fui fazer pesquisas…

Semana passada em conversas com um brodinho ituano ouvimos uma série de relatos do gueto. As perguntas que ficaram e são interessantes para pensar o swarming é (1) como otimizar a capacidade de se criar aglomerados de pessoas em determinadas localidades e (2) por que as motivações dos aglomerados naturais geralmente são um tanto quanto desagradáveis ou banais como brigas, conflitos, barracos, roubos, gol do Ronaldinho, etc?
A inutilidade da comparação com os cupins é notável: será que há entre os humanos os naturalmente “soldados”, “operários”, “reis e rainhas”?
Para reduzir e não inflar o texto, segue um link de uma conversa densa e séria da E=R chamada “Nós Já Descobrimos a “Fórmula”” e trecho do Sabotage, supercompositor soldado mandibulado da Zona Sul de São Paulo, ele também polariza, explica muito:
É tipo formiga é um enxame é a zica
familia está unida, confira, assim que é
o RAP tá na responsa, quem não é vira bolsa, uh
só fica roupa
eheh Só não gosto do lance de virar bolsa, nenhum animal merece. Voltando aos cupins, algumas dicas mais humanas na relação com a galerinha:
  • Se o formigueiro estiver na terra no jardim ou do pomar colocar água fervente no olheiro. Para obter melhor resultado, cavar até encontrar os ovinhos. É preciso proteger as pernas e os pés para evitar queimadura com água quente.
  • O uso de sementes de gergelim como iscas, para ninhos pequenos, na base de 30 a 50 gramas, ao redor do olheiro, é útil no combate às formigas, que vão carregá-las para dentro e oferecê-las como alimento aos fungos, que morrem.
  • Um canteiro de gergelim ao redor da horta ou da área a ser protegida, pode ser eficiente no combate às formigas.
  • Mudas de hortelã-pimenta, calêndula e batata-doce podem ajudar a diminuir o ataque às plantas de seu interesse, pois as cortadeiras vão atacar preferencialmente essas espécies.
  • Menta, lavanda, manjerona, cravo-da-índia e alho servem como repelente, quando plantados espalhados pelo jardim.
Link para estas dicas: Lista de Emails Permacultura-BR
INté!

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