Dia a dia fazendo a ponte
telhados e botas de um amor que late
guia no silêncio o viajante da busca

 

esperança não é a felicidade
as vezes é mais teimosia
daquele que sempre erra
além desse sentido triste de ver

 

mas não é dela que se fala
pois ressoa a voz de fundo, calada
que diz “calma, respira, tua vez ainda vem”

 

 

 


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