Nem tem a ver com o filme ai acima, não consegui assistir porque tá travando tudo de flash aqui depois de updates. É que todo um conjunto musical nos disse que a gente tem q seguir adiante, cantando. Tá mais que certo mas tem muita coisa que é desafio e deve ser desproporcionalizada.

Tem hora que a gente vai cobrar o escanteio e cai dentro do bueiro, só porque o Buracanã é de esquina com os tamoios, gente brava essa, guerreira. A igrejinha ao lado vislumbra sinais de que ampliar-se-ão as vagas no açude de imersão interplanetária e todo domingo cedinho toca uma banda de praça gigante, com trombone e bateria que é de direito de expressão.

Um dia chegou o pastel, muita inovação porque ninguém pensa em cuidar do bucho em meio a tanta festa. Ele era um só, o mesmo com vários sabores, muitas tonalidades e você escolhia o quanto de gordura queria – como a fartura e abundância de Deus permitia, no Buracanã não existiam ainda os minis.

E vai entender porque depois que o Buracanã deixou de existir ainda na década de 90, a segundona dos 2000 vem de leve e arrasante, destruindo a arquibancada e remodelando tudo no embalo pré-Copa. Ai sim começo a entender um bocado mais desse filme…


0 comentário

Deixe uma resposta